A blog from Ana Carvalho, ex-model and actress, also a well-known anti-stress, relaxing and tantra masseuse and also an erotic dancer and escort.
Thursday, July 26, 2012
TANTRIC FOREPLAY
I JUST CREATED A WEB PAGE AT FACEBOOK


Wednesday, July 25, 2012
STARTING TODAY...
Starting today, my blog is being written in several languages, including English and German, because together with Portuguese-speaking visitors are the most frequent visits to my postings, hence the need for this amendment because the internationalization of the blog allows other visitors, in some cases more open to what I propose professionally.
A PARTIR DE HOJE...
A partir de hoje, o meu blog passa a ser escrito em várias línguas, nomeadamente em inglês e alemão, pois juntamente com os visitantes de lingua portuguesa são os mais frequentes nas visitas aos meus postings, daí a necessidade desta alteração pois a internacionalização do blog permite outro tipo de visitantes, nalguns casos mais abertos ao que me proponho profissionalmente.
PREFERE UMA MASSAGEM ANTI-STRESS OU UMA MASSAGEM TANTRA?

Qualquer comentário será benvindo. Desde que os termos sejam educados e correctos (dentro do contexto do tema), eu aprovarei sem hetitações.
MASSAGISTA OU ESCORT?
Apesar dos contantes esclarecimentos, a confusão continua a reinar. Quem escreve "k" em vez de "que" ou "oi" em vez de "olá" certamente que optou já por outra linguagem e simbólica que não a portuguesa. O uso de dialectos brasileiros (nem sequer se trata da lingua portuguesa no Brasil pois o Jorge Amado ou o Guimarões Rosa escreviam em excelente português usando os dialectos locais, sem contudo atraiçoar a lingua-mãe, ou seja o português.
Esta incursão pela linguagem tem pois a ver com o entendimento ou o oposto, das minhas palavras aqui no blog ou no Facebook. Quando falo em massagens, surge um "amigo" no FB a dizer que também me faz massagens e gosta muito de dar. Quando falo em ir ao domicílio, confeccionar o jantar e conviver com o meu hospedeiro (e parceiro portanto daquele período da noite (19h-23h), dizem-me que vão fazer um jantar delicioso e depois... Todos sabem o que vem depois, mas o jantar não sou eu a fazê-lo, é ele. No meio disto tudo recordo algumas sequênciaas de muitos dos filmes americanos onde o jantar é muitas vezes feito em casa do hospedeiro, pela senhora ou jovem que o acompanha romanticamente. O jantar podia ser num bom restaurante, e portanto porquê em casa? A resposta é muito simples: em primeiro lugar porque há mais privacidade, o jantar e o cenário são completamente diferentes, podem trocar-se gestos de intimidade que não são possíveis num restaurante sem que os olhares de estranhos interfiram com a relação ou mesmo a denunciem a um empregado ou gerente.
Será assim tão difícil assumir que eu realizo um trabalho ou serviço de acompanhamento fora dos padrões habituais, que o acompanhamento tem por princípio a empatia entre duas pessoas (ou mesmo três, se for casal ou dois senhores) e que para que essa empatia se alcance é necessário algum relacionamento prévio, virtual claro. Para que servem então o MSN, o Skype e outros meios de comunicação senão para facilitar esse entendimento e evitar os mal entendidos que referi inicialmente neste post.
Será assim tão difícil assumir que eu realizo um trabalho ou serviço de acompanhamento fora dos padrões habituais, que o acompanhamento tem por princípio a empatia entre duas pessoas (ou mesmo três, se for casal ou dois senhores) e que para que essa empatia se alcance é necessário algum relacionamento prévio, virtual claro. Para que servem então o MSN, o Skype e outros meios de comunicação senão para facilitar esse entendimento e evitar os mal entendidos que referi inicialmente neste post.
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